Porque é que nos fartamos das roupas que usamos?

Porque é que nos fartamos das roupas que usamos?

Porque é que nos fartamos dos carros que conduzimos e das roupas que usamos?

O ser humano tem um poder de adaptação elevado e molda-se às circunstâncias com relativa facilidade, deste modo a felicidade que se regista no ínicio nem sempre aumenta infinitamente ou permanece num nível alto. A dada altura, as coisas simplesmente não nos despertam tantos estímulos ou nos motiva tanto quanto antes. É certo que as pessoas procuram sempre por transformações nas suas vidas. Está no seu adn. Por exemplo, um carro em 2ª mão pode significar felicidade para quem o compra e para quem se vê livre dele. Ambos sofreram um processo de transformação nas suas vidas.

Quanto menos oportunidades de transformação tivermos, mais ansiamos por elas. Um carro novo é uma zona de transformação. Um café também. Cada um com graus de estímulos diferentes, obviamente. Esta procura por estímulos também tem vindo a aumentar, graças às redes sociais. O facto das pessoas só partilharem apenas a sua melhor versão online, faz com que provoquem uma falsa sensação de que toda a gente está a ter melhores experiências na vida real. Esta “competição” pela felicidade faz-nos olhar para as coisas que nos rodeiam e pôr em causa a sua utilidade.

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